O governador Amazonino Mendes prestigiou, na noite de sexta-feira (16/03), a posse do novo chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA), o general de Exército César Augusto Nadir, que assumiu o posto ocupado há dois anos pelo também general, Geraldo Miotto. A solenidade contou com a presença ainda do comandante-geral do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, e demais autoridades amazonenses.

No CMA, bairro Ponta Negra, zona oeste de Manaus, o governador destacou a atuação do Exército Brasileiro na Amazônia, principalmente, pela maneira com que os militares têm tratado o povo do Amazonas nos locais mais longínquos do estado.

“É um ato protocolar que a gente vem com muito respeito que tem pelas Forças Armadas brasileiras, que são heroicas aqui na Amazônia, e têm demostrado ao longo do tempo o apreço, respeito e sentimento de patriotismo enorme por essa Amazônia”, declarou o governador. “Então, é sempre um momento para que nós, amazônidas, saudemos e respeitemos o nosso Exército”, completou Amazonino.

O general Geraldo Miotto, que agora será deslocado para chefiar o Comando Militar do Sul (CMS), agradeceu a presença do governador Amazonino Mendes e ressaltou os momentos vividos durante os dois anos na defesa da Amazônia brasileira.

“É uma grande decisão para a família militar o senhor (governador) estar aqui presente. O cargo de comandante militar da Amazônia é um dos que mais exige de um oficial general. Porém, é aquele que proporciona as maiores realizações profissionais. Após dois anos, entrego este valoroso cargo profundamente gratificado”, disse o general Miotto.

Soberania nacional – O novo comandante do CMA, general César Augusto Nadir, que estava como chefe de Operações Conjuntas do Estado-Maior Conjunta das Forças, em Brasília (DF), assume o desafio de manter a soberania nacional nas faixas de fronteiras que fazem limite com cinco países da Amazônia Ocidental. Ele ressaltou a importância do Exército em seguir com o trabalho de assistência ao povo do Amazonas nas áreas mais remotas da floresta amazônica.

“É imprescindível a preocupação da família militar com a Amazônia, com todos os habitantes das regiões remotas, onde as Forças Armadas têm mostrado papel fundamental, como por exemplo na saúde, levado comunicação a essas comunidades”, frisou.